retirado de algures
nunca se sabe o que nos pode passar pela cabeça
Vivo a procurar saber se estou vivo, se estou a sonhar, se vivo sonhando, ou se sonho vivendo. Não agito os comuns problemas existenciais do amor e da morte, apenas me coloco, sempre que posso, no lugar de observador. E, de certa maneira, sou quase feliz porque não pretendo sê-lo de qualquer maneira.
António José Costa Carneiro | Cria o teu cartão de visita
António José Costa Carneiro | Cria o teu cartão de visita
Páginas
09/06/08
06/06/08
26/05/08
Pedaços
Pedaços
Pedaços das minhas emoções,
histórias de tempos sem lugar,
estilhaços de desejos perdições
Espalhados pela vida sem contar
canções que não soube compor
Destoaram na voz, não no alento,
E, leves como beijos de amor,
Lançados ao mundo no vento.
Fantasias puras e incompletas
esperam pelas palavras certas
E pelas viagens por cumprir.
fragmentos de alma inacabada,
esperam por nova madrugada,
e pelo sonho que os há-de unir.
aj carneiro
21/05/08
Hei-de dizer que conheci o teu amor, qual escrivão do vento condenado à intempérie dos sentidos
20/05/08
15/05/08
13/05/08
A vida sucede-se numa banalidade que desafia o sonho que nos sustenta a alma
A vida sucede-se numa banalidade que desafia o sonho que nos sustenta a alma; mas o sol regressa sempre num dia de inverno e a chuva pode cair num dia de verão.
Um castelo de sombras, pégadas na cidade que tem o rosto de uma mulher amada, surge por vezes como dor, outras vezes como consolo.
O destino dos amantes dissipa-se num longo rasto de imponderáveis circunstâncias e fragmentos de palavras desconstruídas que ouvimos ou proferimos na absoluta certeza da vacuidade do mundo.
As almas que amam reflectem-se na geometria do fluir temporal.
Esta é a minha deixa ao mundo que a mim nunca me deu o lamiré!
Julguem.me brandamente.
Tentei acender o farol do universo. Ofereci o meu corpo a Vénus.
Um castelo de sombras, pégadas na cidade que tem o rosto de uma mulher amada, surge por vezes como dor, outras vezes como consolo.
O destino dos amantes dissipa-se num longo rasto de imponderáveis circunstâncias e fragmentos de palavras desconstruídas que ouvimos ou proferimos na absoluta certeza da vacuidade do mundo.
As almas que amam reflectem-se na geometria do fluir temporal.
Esta é a minha deixa ao mundo que a mim nunca me deu o lamiré!
Julguem.me brandamente.
Tentei acender o farol do universo. Ofereci o meu corpo a Vénus.
aj carneiro
10/05/08
versos à solta
*
..deliciosa boca errante devagar vais abrindo-me a alma ao infinito...
...tu és a minha dona e senhora e eu sou teu servo por vontade.....
...inteiro em ti no ilimitado céu que me ofereces...
..deliciosa boca errante devagar vais abrindo-me a alma ao infinito...
...tu és a minha dona e senhora e eu sou teu servo por vontade.....
...inteiro em ti no ilimitado céu que me ofereces...
aj carneiro
08/05/08
Pela tua graça é que o mundo me é belo!
aj carneiro
06/05/08
05/05/08
Feliz aniversário
A cada segundo a vida se renova apresentando novas oportunidades. maravilhas para desfrutarmos.
Desejo que saiba transformar a sua viagem neste tempo numa contemplação admirável de tudo quanto é belo e importante e que o seu caminho seja sempre repleto de sucessos e felicidade!
Feliz aniversário
Desejo que saiba transformar a sua viagem neste tempo numa contemplação admirável de tudo quanto é belo e importante e que o seu caminho seja sempre repleto de sucessos e felicidade!
Feliz aniversário
aj carneiro
02/05/08
22/04/08
É mais fácil ficar quando o infinito nos embarga a voz
Além
É mais fácil ficar quando o infinito
nos embarga a voz.
Mais seguro seguir viagem
na certeza de que somos frágeis e precários.
A beleza do mundo esvai-se nas sombras,
e nós só temos de saber que é assim,
que o tempo voa num ápice,
mas que a primavera retorna sempre
nas asas de pássaros musicais,
e não adianta perseguir a memória.
Serei como as borboletas: procurarei tudo
sem querer saber nada,
deixarei que o amor me responda com luz,
contemplarei cada instante,
esquecer-me-ei do mundo lá fora,
E por poucos haveres que possua
celebrarei a vida em cada hora.
É mais fácil ficar quando o infinito
nos embarga a voz.
Mais seguro seguir viagem
na certeza de que somos frágeis e precários.
A beleza do mundo esvai-se nas sombras,
e nós só temos de saber que é assim,
que o tempo voa num ápice,
mas que a primavera retorna sempre
nas asas de pássaros musicais,
e não adianta perseguir a memória.
Serei como as borboletas: procurarei tudo
sem querer saber nada,
deixarei que o amor me responda com luz,
contemplarei cada instante,
esquecer-me-ei do mundo lá fora,
E por poucos haveres que possua
celebrarei a vida em cada hora.
aj carneiro
20/04/08
Para além do arco-íris pode ser
09/04/08
Random Thought
No tempo do amor
Meus sonhos de espaço vazio
Mobilado de fantasmas.
aj carneiro
02/04/08
Random Thoughts
*
O melhor caminho é aquele que me liga ao que eu gosto.
*
A maior loucura é tentar ser normal.
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