A gente escreve porque vai morrer
O que resta é tentar levar a palavra à festa.
Certos livros destinam-se à criança que mora em todos nós.
Ponte entre a parábola e a realidade.
Quantos sentimentos diferentes podemos ter ao ver a chuva a cair da nossa janela?
Depende de tanta coisa.
Neste momento a chuva abrandou e um passarinho saltita entre os ramos de um arbusto. Não sei o seu estado de alma. Não me disse.
nunca se sabe o que nos pode passar pela cabeça
Vivo a procurar saber se estou vivo, se estou a sonhar, se vivo sonhando, ou se sonho vivendo. Não agito os comuns problemas existenciais do amor e da morte, apenas me coloco, sempre que posso, no lugar de observador. E, de certa maneira, sou quase feliz porque não pretendo sê-lo de qualquer maneira.
António José Costa Carneiro | Cria o teu cartão de visita
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24/12/07
deixando atrás de si um rasto de mártires anónimos
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