foto ...aj c.
O olhar decompõe-me em geometrias,
as sombras que o mundo deixa escapar.
Pela luz de pedra envolvida por mistérios
vou para os silentes contornos do teu rosto.
...aj c.
Abre-se-nos o rosto num sorriso, fugimos de manhã em manhã.
Eu me analiso e me escarneço
quando saio de mim pelos olhos.
Torno-me transparente à dor
quando ponho de lado as amarras vãs.
Viro-me do avesso do sangue
quando fujo dos sonhos sem peso.
Depois, enquanto tacteio a pele
e inflamo as feridas do corpo e da alma,
Eu iludo a morte quando me exilo no amor.
"Perdoa-me. Não são todas as coisas parte do plano de Deus? O mal também." Valeu a pena ver este filme. Revi nele a ideia que já tinha de que afinal o sentimento de culpa e a capacidade de perdão dependem da profundidade humana de cada um.